São Joaquim e Santana Rogai por nós.
MEDITANDO O EVANGELHO DE:

26.07.2014-A realização da promessa de Deus.

O evangelho de hoje é a sequência da resposta de Jesus à pergunta dos discípulos pela razão do ensinamento em parábolas às multidões (v. 10). Vale ressaltar que o verbo compreender utilizado nos versículos 13, 14 e 15 não tem, em primeiro lugar, um sentido intelectual estrito, mas designa disponibilidade e abertura; implica partilhar os mesmos valores e o estilo de vida de Jesus. A bem-aventurança expressa em nosso texto diz respeito à pessoa de Jesus. Ver os dias do Messias, ver o próprio Messias, foi o desejo de muitos profetas e de todos os que esperavam a realização da promessa de Deus. Para quem ouve Jesus e se deixa envolver por seu ensinamento, o tempo da espera acabou, pois o que eles veem e ouvem é a realização da promessa de Deus e do anseio de todo o povo de Israel que esperava a salvação. O velho Simeão, porta-voz de toda a esperança de Israel, pôde, cheio do Espírito Santo, exprimir muito bem a graça do tempo presente: “Agora, Soberano Senhor, podeis deixar o Vosso servo ir em paz […] porque os meus olhos viram a tua salvação” (Lc 2,29-30).

Carlos Alberto Contieri, sj

ORAÇÃO

Pai, dobra a dureza do meu coração que me impede de ouvir e compreender a palavra de teu Filho. Faze-me penetrar nos mistérios do Reino escondido nas parábolas.

25.07.2014-Serviço gratuito

O nosso evangelho de hoje é a sequência do anúncio da paixão, morte e ressurreição de Jesus. Esse anúncio, de certo modo, desconcerta os discípulos e faz com que eles manifestem desejos contrários aos valores do evangelho de Jesus. Esse desconcerto associado à incompreensão dos discípulos é a causa do pedido da mãe de João e Tiago. A opção livre de seguir Jesus deve ser acompanhada da decisão de renunciar a privilégios e interesses pessoais, assim como a qualquer desejo de recompensa. A mãe dos filhos de Zebedeu postula um lugar de privilégio para os seus filhos no reino de Cristo e a participação deles no “juízo final” de toda a humanidade. A resposta de Jesus, ao contrário, visa à história como lugar do engajamento e do testemunho dos discípulos, e recorda a eles que o ideal do discípulo é ser como o Mestre (Mt 10,24-25). Aos discípulos compete construir uma comunidade caracterizada pelo serviço gratuito e generoso, a exemplo de Jesus que se fez servo de todos. O futuro escatológico está subordinado à decisão de Deus.

Carlos Alberto Contieri, sj

ORAÇÃO

Pai, transforma-me em servidor de meus semelhantes, fazendo-me sempre pronto a doar minha vida para que o teu amor chegue até eles.

24.07.2014-Deus respeita profundamente a liberdade do ser humano.

À diferença de Marcos e Lucas, em que os discípulos se perguntam sobre o sentido das parábolas (Mc 4,10; Lc 8,9), em Mateus os discípulos perguntam o porquê do ensinamento em parábolas às multidões (v. 10). Por sua própria natureza, a parábola pode ter sentido para os que estão perto de Jesus e para os que estão longe pode ser uma palavra enigmática, incompreensível. Na sua resposta aos discípulos, Jesus faz uma distinção entre eles e as multidões. Aos discípulos é dado conhecer os mistérios do Reino de Deus, isto é, aos iniciados o ensinamento em parábolas os enriquecerá ainda mais, pois os fará entrar plenamente no mistério de Deus. Os discípulos são aqueles que fazem a vontade de Deus (7,21; 12,50), engajando-se no seguimento de Jesus. Eles fazem parte da família de Jesus (12,46-50) e, de dentro, compreendem a palavra de Jesus, que para os outros é incompreensível. Notemos que não se trata de uma distinção pretendida, mas de uma constatação feita. No entanto, essa distinção só existe porque Deus permite. Isso quer dizer que Deus respeita profundamente a liberdade do ser humano.


Carlos Alberto Contieri, sj

ORAÇÃO

Pai, dobra a dureza do meu coração que me impede de ouvir e compreender a palavra de teu Filho. Faze-me penetrar nos mistérios do Reino escondido nas parábolas.

23.07.2014-Deus confia na terra, isto é, na humanidade.

Jesus é o Mestre que, assentado, tem autoridade para ensinar o povo que se reúne ao redor dele. A “parábola”, um dos recursos do ensinamento de Jesus, não é um retrato fiel da realidade. Ela tem por finalidade esclarecer, ilustrar um conteúdo ou, ainda, exortar a proceder de uma determinada maneira e corrigir certas atitudes. No caso de Mateus, a parábola do semeador figura como a primeira numa sucessão de parábolas caracterizadas como “parábolas do Reino”. Do muito que se poderia dizer dessa parábola, gostaríamos de ressaltar que revela algo de Deus: Deus confia na terra, isto é, na humanidade. Não obstante tantas dificuldades, Deus sabe que a terra um dia produzirá o fruto que Ele espera. Há, no entanto, a possibilidade de a terra não produzir fruto. Essa confiança de Deus em nossa humanidade deve estimular nosso empenho em remover do terreno de nossa vida tudo o que possa impedir a boa semente de produzir o seu fruto. Mas o fruto não aparece de um dia para outro; é preciso um processo.

Carlos Alberto Contieri, sj

ORAÇÃO

Pai, dá-me ouvidos dóceis que me coloquem em comunhão com Jesus, de modo que eu possa deixar-me instruir e me transformar por ele.

22.07.2014-“Eu vi o Senhor”.

Maria Madalena, discípula de Jesus, a qual Jesus havia libertado de muitos males (Lc 8,1-3), é agora testemunha de sua ressurreição. O primeiro dia da semana é a unidade de tempo que perpassa os relatos da “aparição do ressuscitado”. A ressurreição não pode ser provada ao modo da ciência. Ela é objeto da fé. A presença do ressuscitado não é evidente nem experimentada imediatamente. Num primeiro momento, Maria Madalena não pôde “ver” o Senhor através dos seus sinais. Isso porque o reconhecimento do Ressuscitado necessita do testemunho e da fé. A tristeza impede de ver com clareza e para além do imediatamente perceptível. O Senhor trata a cada um pessoalmente, por isso sua palavra a Maria Madalena suscita nela a exclamação própria da fé: Rabûni! Maria Madalena entra no mistério de Jesus Cristo ressuscitado; experimenta que o que ela imaginava e a fazia sofrer difere do que ela agora experimenta no encontro com o Senhor: o corpo transfigurado de Jesus pela ressurreição permite encontrá-lo nas mais diferentes situações da existência humana. O encontro de Maria Madalena com o Senhor foi de tal modo profundo que ela pôde dizer: “Eu vi o Senhor”.

Carlos Alberto Contieri, sj

ORAÇÃO

Pai, reforça minha fé na ressurreição de teu Filho Jesus, pois com ela deste prova de amá-lo e destiná-lo para a comunhão eterna contigo.

21.07.2014-Os sinais oferecidos por Jesus exigem fé.

Para os escribas e fariseus, tudo o que Jesus ensina e os seus atos de poder não são provas da sua identidade messiânica. O que eles pretendem é um sinal visível, entenda-se, fenômenos celestes extraordinários (16,1-4; cf. 4,5-7) que os dispensem da dinâmica própria da fé. Jesus se recusa a ceder à tentação e propõe, na versão mateana, dois outros sinais, baseados no sinal de Jonas. Em primeiro lugar, o sinal de Jonas foi a sua palavra profética ante a qual os ninivitas se converteram. Em segundo lugar, a menção do episódio de Jonas, que passou três dias e três noites no ventre do grande peixe (Jn 2,1), evoca a morte e ressurreição de Jesus. O mistério pascal do Cristo é o sinal, por excelência, da divindade de Jesus. Um e outro sinal oferecidos por Jesus exigem o engajamento da fé. A rainha de Sabá, uma pagã, tendo ouvido falar da fama do rei, de muito longe foi até Salomão para escutá-lo e se admirou de sua sabedoria (1Rs 10,1-13). Ora, como diz nosso texto, Jesus é maior que Salomão. Mas, por detrás dos escribas e fariseus, está toda uma geração “perversa e adúltera”, isto é, infiel e idólatra.

Carlos Alberto Contieri, sj

ORAÇÃO

Pai, dá-me simplicidade de coração para reconhecer que Jesus é teu Filho, enviado ao mundo para nos salvar. E que jamais eu exija sinais além dos que ele já realizou.

 

 

História

 

DADOS SOBRE AS  ORIGENS DA PARÓQUIA DE SÃO DOMINGOS SÁVIO

 

Localização

O território pertenceu  à  fazenda do Coronel Anastácio de Freitas Trancoso, membro do Governo Provisório, em 1823. Em 9  de maio de 1856, foi comprado pelo Brigadeiro Tobias de Aguiar que se casou com a Marquesa de Santos, falecida em 1867. Em 1917, foi comprada em parte pela Companhia Armour do Brasil.

Até o fim da década de 1940, a região do Parque São Domingos era usada como pastagem para o gado que deveria ser abatido no Frigorífico Armour, passando por baixo da vi Anhanguera, pelo “buraco do boi”, que hoje está prestes a ser eliminado.

Passou, depois,  para a Novo Mundo Investimentos Ltda que  se transformou na Comercial e Imobiliária Novo Mundo Ltda  (rua João Brícola, 39)

 

O terreno em que está construída da igreja de São Domingos Sávio foi doado pela Novo Mundo Investimentos Ltda, com a condição de que  logo se construísse  uma igreja. Havia, para isso, um prazo limite. Não podia ser uma capelinha. Tinha que ser uma igreja.

 

Em 3 de fevereiro de ‘1957 foi colocado um cruzeiro no terreno, quando os clérigos salesianos do Instituto Pio XI já faziam “oratório festivo” com a criançada da vizinhança.

O cruzeiro foi doado por Ermano Marchetti, político muito conhecido na região.

Foi construído um palanque coberto onde ficou o altar. Uma procissão saiu da igreja dos Remédios e chegou, a pé, até o Parque São Domingos para a missa e inauguração do cruzeiro. Na procissão vinham Filhas de Maria, Congregados Marianos, crianças da Cruzada Eucarística e muitos outros paroquianos dos Remédios. Chovia e ventava naquele dia. Dom Paulo Rolim Loureiro, bispo auxiliar, presidiu a cerimônia e encabeçou uma coleta com a importância de dez mil na moeda então circulante. Seguindo o exemplo do bispo, oura pessoa chamada Cid Valente, ofertou ainda mais cinco mil e todo o povo contribuiu dentro de suas possibilidades.

 

Como o prazo estipulado para a confirmação da doação do terreno esta quase se esgotando (faltavam só dois anos) foi formada uma comissão de moradores para a construção da igreja. Entre outras pessoas, compunham a comissão:  Luiz Piccoli, Galdino Alves, Osório Lima, João Carpi, Carlos Davi, o juiz de paz de Pirituba sr. Leônidas, Geraldo Ratis.

Sobressaíam ainda nos esforços pela construção Ana Rodel Alves, Penha Ratis, Paula Piccoli...

Faziam-se leilões de prendas doadas, nas casas onde os moradores se reuniam para rezar o terço. Com os leilões, era conseguido algum dinheiro para a compra de material de construção.

 

Conta-se que foi decidido pela comissão apenas o tamanho da igreja (atual salão paroquial) sem determinar onde seria a porta principal.  Mesmo assim, começaram as escavações para os alicerces da igreja. Com os alicerces em andamento, ficou garantida a posse do terreno.

 

 

   

 

 

Inicialmente, o pensamento era de a igreja ser dedicada aos Santos Anjos mas com a presença dos salesianos e a recente canonização de Domingos Sávio, a igreja passou a ser de São Domingos Sávio.

 

Já em 1959, uma primeira turma de crianças estava pronta para fazer a Primeira Comunhão ma como não havia boas  condições  no Parque, a festa foi feita na igreja da Lapa.

 

Levantadas as paredes e feito o telhado, veio a surpresa: em 21 de abril de 1960 foi criada a Paróquia de São Domingos Sávio.

 

Somente em 6 de outubro de 1961 houve a posse do primeiro párooco: Monsenhor Rafael Arcanjo Coelho que era da Arquidiocese de Mariana, MG, mas que estava em São Paulo desenvolvendo atividades relacionadas, inclusive, a atendimentos aos afro-descendentes.

 

Grande devoto do Sagrado Coração de Jesus, organizou o Apostolado da Oração e difundiu a devoção das “Nove Primeiras Sextas-Feiras”. Logo foi chamado de volta para sua diocese e a Paróquia ficou sem pároco por quase três anos.

 

 

Eram os Cônegos Lateranenses da Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios que geralmente atendiam os moradores do Parque, principalmente os padres Domingos, Guerino e José.

 

Em 26 de fevereiro de 1966, a paróquia foi entregue aos Religiosos de São Vicente de Paulo, congregação funda em Paris por Jean Leon  Le Prevost.  Assumiu, então a paróquia o padre Gabriel Fortier, vindo do Canadá como missionário.   Aqui ele permaneceu até ser chamado para ficar à frente da Região Episcopal Oeste 1, com sede na Lapa, por ocasião da enfermidade que acometeu Dom José Thurler, bispo auxiliar.

 

 

Padre Gabriel Fortier empenhou-se  em colocar em prática as decisões do Concílio Vaticano II.  Estava sempre presente em todas as reivindicações dos moradores do Parque.

Participava   das  reuniões onde se discutiam as maneiras mais rápidas para se conseguir linha de ônibus,   eletricidade para as casas e ruas,  recuperação das ruas que apenas tinham sido  abertas nas muitas movimentações de terra e que as águas das chuvas  as  tornavam  impraticáveis.

 

informações pesquizadas pelo Prof.Leôncio

 

Galeria de Vídeos
,
,
,
,
,
.
.
[ mais vídeos ]

O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: “um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar!”S 131
AVISOS PAROQUIAIS

AS FOTOS DO LAVAPÉS E PROCISSÃO /2014 E OUTRAS FOTOS JÁ ESTÃO DISPONIVELCLICK EM FOTOS DA PARÓQUIA.

DEVIDO AO GRANDE SUCESSO, TEREMOS MAIS FESTA JULINA AMANHÃ, SÁBADO (26/07)!!!

TRAGAM SUAS FAMÍLIAS E PARTICIPEM!!

INÍCIO DA NOVA TURMA DE CRISMA - 03/08 (DOMINGO)Para jovens com 13 anos de idade (completos)

Estão abertas as inscrições para a turma da CRISMA 2014/2015, jovens com 13 anos completos, preencher a ficha na mesa do dízimo ou na secretária.

Estamos solicitando voluntários p/trabalhar no 1º Encontro com Cristo que será realizado em Outubro, as fichas se encontram na mesa do       dízimo e na secretaria durante a semana

Nos dias 19 e 20/07 realizaremos a nossa Festa JULINA, das 17h00 ás 22h00, participem , estamos arrecadando prendas para as barracas de brincadeiras.

0 projeto Beija-flor necessita de voluntários para acompanhar crianças com dificuldade escolar.

Nos próximos meses será realizada a pintura externa de todo o complexo que compõe nossa paróquia. Ajude-nos a escolher a cor!!!

As amostras estão disponíveis na lateral da paróquia, em frente a secretaria e estão enumeradas de 1 a 7. Retire uma cédula de votação na secretaria, escolha a sua combinação e deposite na urna!

Deixe a sua opinião para deixar nossa comunidade mais bonita!

Venham participar da nossa Catequese de Adultos, todas as Terças Feiras ás 20h00.

Pedimos a gentileza de trazer sua nota fiscal paulista sem o CPF, para ajudar a Casa de Guadalupe.

Participe do dízimo paroquial pois ele é fruto de um coração que ama a Deus e ao próximo. Quem ama, partilha com generosidade e alegria. O dízimo é a sua expressão de amor. Procure nossa equipe do dízimo e diga Sim! Eu quero participar.

PROCURE NOSSA EQUIPE E DIGA SIM, EU QUERO FAZER PARTE DAS OBRAS DO REINO DE DEUS!

10 RAZÕES PARA TORNAR-SE UM DIZIMISTA:

1 - Sou dizimista porque reconheço os dons de Deus em minha vida. (II Cor 9,7)

2 - Porque manifesto minha gratidão a Deus por tudo! (I Cor 4,7)

3 - Porque procuro retribuir ao meu próximo. ( Lc 17,16)

4 - Porque creio no que Deus diz através da Escritura. (Ml 3,10; Lc 21,1-4)

5 - Porque sou filho de Deus, n‘Ele confio e espero. (Mt 6, 25-31)

6 - Porque deixo de ser egoista, à medida que partilho com os outros. (Lc 12, 16-21; Pd 4,8)

7 - Porque creio na vida comunitária fraterna,onde Deus está (Mt 18,20)

8 - Porque levo a sério a Palavra de Deus, que é Pai das misericórdias (Mt 25,40)

9 - Porque Jesus tranquiliza-me, dando-me a certeza de que é meu grande amigo (Jo 14,1-5; Mt 25,34)

10 - Porque desejo ver o evangelho pregado com eficácia, a Comunidade crescendo e Deus sendo glorificado! (Mt 28,19-20; Mc 16,15)


 

O CRISTÃO DEVE ESFORÇAR-SE PARA SER MELHOR EM TUDO

Para Refletir:

“Onde é que Te encontrei para poder conhecer-Te (Senhor)? Não estavas na minha memória antes de eu Te conhecer. Onde, então, Te encontrei, para conhecer-Te, senão em Ti mesmo, acima de mim?

Eis que habitavas dentro de mim e eu Te procurava do lado de fora! Tu me chamaste, e Teu grito rompeu a minha surdez. Fulguraste e brilhaste e Tua luz afugentou a minha cegueira. Espargiste tua fragrância e, respirando-a, suspirei por Ti. Eu Te saboreei, e agora tenho fome e sede de Ti. Tu me tocaste, e agora estou ardendo no desejo de Tua paz”.

Fizeste-nos para Ti, e inquieto está o nosso coração, enquanto não repousa em Ti. Dá-me, Senhor, saber e compreender qual seja o primeiro: invocar-Te ou louvar-Te... Quem O procura O encontra, e, tendo-O encontrado, O louvará.  (Santo Agostinho. Confissões, X,26-27; I,1).

Choramos por causa de alegria profunda como choramos por causa de uma tristeza profunda. O choro é a única linguagem capaz de expressar tudo que sentimos profundamente em lagrimas que nenhuma outra língua capaz de expressar.

O que nos frustra e tira nossa alegria de viver é a ausência do significado de nossa vida. Nossa alma não está sedenta de poder, de fama, de popularidade, de conforto, de propriedades e assim por diante. Nossa alma tem fome do significado da vida, ou de aprendermos a viver de tal modo que nossa existência ou nossa passagem neste mundo tenha importância ou significado capaz de modificar ou de melhorar o mundo, pelo menos, ao nosso redor.


E Deus nos chama pelo nome: “Eu te chamo pelo nome, és meu”, disse Deus para cada um de nós (Is 43,1). “Eis que estás gravada na palma de minhas mãos, tenho sempre sob os olhos tuas muralhas”, acrescentou Deus (Is 49,16). 


 

www.radios.com.br
© Copyright 2010 - Todos os direitos reservados. Paróquia São Domingos Sávio - Pirituba - São Paulo - SP
Rua Tomás Lopes Ferreira, 131 - São Paulo - SP
Fone/Fax: 11 3904-0549 - e-mail: contato@paroquiasaodomingossavio.com.br
Região Episcopal Lapa - Arquidiocese de São Paulo