MEDITANDO O EVANGELHO DE:

01.08.2015-João Batista é o último profeta do Antigo Testamento. Ele enfrenta abertamente os governantes da nação para chamá-los à mudança e para exigir um comportamento ético. O deserto, lugar de sua pregação, é símbolo de sua oposição à cidade e ao templo. Ele quer reviver a experiência do êxodo e recordar seu povo que o destino depende completamente da fidelidade a Deus. No entanto, como qualquer profeta, João Batista pagou o preço alto de sua denúncia: a própria vida. Herodes, ainda que tivesse respeito pelo João Batista, se submeteu diante das pressões da adúltera Herodíades que pediu a cabeça de João Batista.A morte de João Batista antecipa a morte de Jesus como mártir. Ambos são encarcerados injustamente, ambos rubricam com seu sangue a verdade de Deus. Jesus espera o mesmo destino de João Batista. Um profeta autêntico não é somente recusado em sua própria pátria (cf. Mt 13,57), mas também essa recusa termina, muitas vezes, com sua morte.A denúncia de João Batista nos mostra que o Evangelho não é neutro. Diante de certos grandes problemas, o Evangelho toma posição com o risco de conduzir os crentes para o martírio pelo fato de defender a verdade, a justiça, a honestidade e assim por diante.

31.07.2015-Não somente somos chamados a denunciar, mas também a ouvir os que denunciam. Quem sabe que dentro dessa denúncia estamos nós também, pois muitas vezes nos sentimos tão cômodos em nossa vidinha tão perfeitamente organizada, em nossas próprias ideias tão formadas e preestabelecidas, em nossa maneira inflexível de entender as coisas, em nossa imagem estática de Deus que nos fazem surdos diante do apelo do Espírito de Deus para fazer e seguir o bem. Se há verdade na denúncia, temos que agradecer a Deus, pois é um chamado para voltarmos a trilhar o caminho do bem. Fé é caminhada. Quando ficamos incomodados, paramos de ter fé. É mais cômodo crer em um Deus todo-poderoso que controla tudo o que ocorre do que em um Deus que sofre com seus filhos, que é crucificado para salvar os outros filhos de Deus, e em um Deus que nos criou para que resolvamos as injustiças do mundo. No ritmo da velocidade do avanço tecnológico precisamos estar atentos para ver e ouvir o que Deus quer nisto tudo. Não tapemos nossos ouvidos nem fechemos nossos olhos nem paralisemos nossa mente. Precisamos tempo todo estar atentos ao que ocorre para que possamos nos posicionar como filhos e filhas de Deus, luz do mundo e sal da terra. Precisamos ter muita flexibilidade e disponibilidade para acolher aquilo que Deus nos quer dizer, inclusive através de quem menos esperamos, pois o Espírito de Deus sopra para onde quer e por quem quer.

30.07.2015-A parábola da rede lida neste dia se refere ao julgamento final. A imagem da pesca ilustra a dinâmica do Reino de Deus feita de perdas e ganhos. Uma vez a rede lançada ao mar, a pescaria já não depende da vontade do pescador. Cada lançada de rede é uma surpresa. A seleção será feita somente no final da pescaria, quando os peixes bons são colocados em cestas, enquanto os maus são jogados fora.A parábola propõe a todos nós a sorte final, para orientar-nos na decisão presente. Quando soubermos para onde vamos, saberemos também escolher por onde devemos caminhar (saber escolher o caminho). Os únicos que chegam à vida em plenitude, pela misericórdia de Deus, são os que produzem fruto bom nesta vida; são os que em si tem a marca de eternidade como a bondade, o amor, a compaixão, a solidariedade e assim por diante. Tudo que tem algo divino em mim e na minha vivência será reconhecido por Deus (cf. Mt 25,31-46). A sabedoria cristã consiste no discernimento dos verdadeiros valores do Evangelho como amor, partilha, solidariedade, compaixão, perdão, honestidade, justiça, paz etc., e em sua aplicação para as circunstâncias atuais. Há que estabelecer uma escala de valores para que cada cristão possa orientar sua maneira de viver no presente. Os outros valores devem estar subordinados em função dos valores superiores do Reino de Deus

29.07.2015-Jesus não veio para dar pêsames, e sim para comunicar vida. Após ter agradecido ao Pai, fonte da vida que comunica vida por meio da ação libertadora do Filho, Jesus chama Lázaro à vida. Jesus não veio para prolongar a vida física que o homem possui. Ele veio para comunicar a vida que ele mesmo possui e da qual dispõe: “Assim como o Pai tem a vida em si mesmo, também concedeu ao Filho ter a vida em si mesmo” (Jo 5,26). Esta vida é seu próprio Espírito, a presença Sua e do Pai naquele que o aceita e vive sua mensagem, e esta vida despoja à morte de seu caráter de extinção. Na frase de Jesus “Eu sou a ressurreição e a vida” o primeiro termo depende do segundo: ele é a ressurreição por ser a vida: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14,6). A vida que ele comunica, ao encontra-se com a morte, a supera; isto se chama ressurreição.

28 07 2015-A Palavra de Deus hoje nos chama a revisarmos nossa maneira de viver: Será que estou consciente de que sou semente de Deus neste mundo? Será que sou um semeador da bondade ou da maldade? Meus atos são diabólicos, atos que desunem ou são simbólicos, atos que criam união? Aquilo que tem algo divino em mim é que me levará para estar com o próprio Deus. Aquilo que não tem algo divino em mim pode me levar para outra direção, menos para Deus.  O que tem dentro de mim?É o tempo de conversão. Viver no mundo é a única oportunidade para semear a bondade. Podemos deixar o resultado com Deus. Nossa tarefa é semear sem parar o bem e a bondade.

27.07.2015-O texto do evangelho de hoje termina com a seguinte frase: “Nada lhes falava sem usar parábolas, para se cumprir o que foi dito pelo profeta: ‘Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo’”.Esta frase se remonta à pergunta dos discípulos: “Por que lhes fala em parábola?” (Mt 13,10). Jesus fala do Reino de Deus em parábola para a multidão. Trata-se  de realidades invisíveis, como toda a atuação de Deus na história. É preciso usar comparações (em parábolas) para explicar e revelar melhor a realidade do Reino. Em todo caso fica claro que o falar de Jesus em parábola também é revelação. Isto quer nos dizer que Jesus tem uma atitude de revelação e de cumprimento. Não há nada de estranho em que este versículo 35 se encontra somente em Mateus. Trata-se de seu tema especifico: apresentar Jesus como Aquele que veio para cumprir e levar a seu cumprimento a Lei e os Profetas (Mt 5,17), para revelar a todos os mistérios do Reino e, depois para explicar em sua catequese seu sentido para aqueles que acolhem a mensagem. O evangelista Mateus cita o Salmo 78,2 que ele atribui a profeta (cf. Mt 1,22; 2,15), não porque este Salmo se atribui a um profeta (pois não se encontra em nenhum profeta) e sim porque todas as Escrituras do Antigo Testamento (AT) têm para Mateus o valor profético cujo cumprimento acontece na vida e missão de Jesus (cf. Mt 5,17).


25.07.2015-Na Igreja de Cristo todos nós somos chamados a servir no espírito de Jesus. Servir é adorar a Deus em ação. Servir é fazer algo de bom sem esperar nada de troca ou de reconhecimento. Uma Igreja que não serve, não serve para nada. Servir pela salvação dos demais é o centro do cristianismo. O poder e o serviço se excluem. A ambição de poder é o câncer do serviço. O poder pode servir para muitas coisas, mas não serve para tornar bons os homens. Geralmente os maus líderes produzem os maus funcionários. A competitividade na Igreja do Senhor faz desaparecer a solidariedade, a compaixão, a igualdade e a colaboração. A competitividade sempre torce para que a vida do outro não dê certo para que ele possa estar em destaque solitariamente para ser adorado pelos demais. O cristão existe para os outros e é batizado para os outros

24.07.2015- Jesus nos dá hoje um exemplo da interpretação espiritual necessária para entender o significado da parábola do semeador. Jesus compara os homens com quatro tipos/classes de terreno:  terreno da estrada, terreno pedregoso, terreno cheio de espinhos e terreno fértil.  Na parábola do semeador a acentuação não está na semente, mas no solo. Embora a semente, a Palavra de Deus, seja eficaz em si (a iniciativa de Deus que oferece ao homem), mas para produzir frutos bons depende também do tipo de solo, ou da capacidade de aceitar e colaborar com essa semente (depende da resposta afirmativa ou negativa do homem perante a iniciativa de Deus, pois Deus respeita a sua liberdade). A eficácia da palavra é condicionada pelo tipo de acolhimento que os ouvintes lhe reservam. Somente no coração dócil e perseverante a Palavra de Deus pode produzir muitos frutos. Jesus está querendo nos dizer que necessitamos escutar com gosto a Palavra dele e ser perseverantes no que ele nos ensina. O Reino dos Céus não se implantará sem a colaboração humana; não será imposto de cima nem de modo repentino; precisa ser acolhido pelo homem e produzir nele o fruto correspondente. Para isso, é preciso que o homem esteja livre da ambição do poder(v.19), faça sua a mensagem de Cristo (v.20) e se desprenda de toda angústia pela subsistência e do desejo de comodidade(v.22).

23.07.2015-Toda nossa vida é uma parábola na qual Deus está escondido e pela qual Deus nos fala. Um pode ficar no exterior das coisas e dos acontecimentos, ou pode “ouvir” e “ver” Deus no fundo e na profundidade dos acontecimentos da vida. Uma pessoa com coração sempre vê além das coisas, pois o coração entende aquilo que a inteligência desconhece. Com efeito, uma pessoa que “vê” e “ouve” com coração os acontecimentos de cada dia, capta as mensagens de Deus e vive com mais sabedoria e prudência. Mas aquele que vive sem coração, vê apenas as coisas negativas e reclama da vida apesar de ela ser um dom de Deus. Aquele que vê e ouve com coração vê longe e vê além das aparências. Aquele que vê e ouve com coração compreende os outros e entende o significado do silêncio do outro. Uma pessoa com coração é uma pessoa profunda, próxima, compreensiva, capaz de ir ao fundo das coisas e dos acontecimentos. Uma pessoa com coração não é dominada pelo sentimentalismo e sim é uma pessoa que alcançou uma unidade e uma coerência, um equilíbrio e uma maturidade. Ela nunca é fria, mas cordial, nunca é cega diante da realidade, mas realista, nunca é vingativa, mas pronta para perdoar e para reconciliar-se

22.07.2015-Que o amor que transformou Maria Madalena em uma buscadora do Senhor fica patente na pergunta que o Ressuscitado lhe dirigiu: “Mulher a quem procuras?”. Chamam nossa atenção duas coisas. A primeira é que esta pergunta-chave é precedida por outra pergunta: “Mulher, por que choras?”. Como se a intensidade da busca/procura fosse proporcional à magnitude da perda. Somente choramos por aquilo que nos afeta profundamente, seja por causa da tristeza profunda, seja por causa da alegria profunda, seja por causa da partida de uma pessoa tão amada. O pranto de Maria Madalena é um certificado de um amor direto ao coração. Choramos por causa de alegria profunda como choramos por causa de uma tristeza profunda. O choro é a única linguagem capaz de expressar tudo que sentimos profundamente em lagrimas que nenhuma outra língua capaz de expressar .O pranto de Maria Madalena, como o de Pedro durante a Paixão é fruto de uma descoberta da verdade. Por isso, trata-se de um pranto salutar, de um pranto que exprime o que não pode ser expresso por nenhuma palavra humana. O pranto de Maria Madalena nasce do sentimento de pertença. Ela chora por estar em relação com Jesus que em determinado momento desaparece. Ela tem sentimento de pertencer a Cristo, a relação com define sua vida. Ela é como é agora por causa de Cristo que devolveu sua dignidade.

 

21.07.2015-É claro que a resposta de Jesus para a própria pergunta mostra que Jesus relativiza os vínculos familiares em função da vontade de Deus. Com esta pergunta Jesus quer nos revelar algo muito importante: o discípulo, cada cristão, cada cristã que vive os ensinamentos de Jesus é um parente de Jesus. Jesus oferece aos homens a qualitativa intimidade de sua família. A família humana de Jesus viveu conforme a vontade de Deus: José que criou Jesus era chamado de “o justo”, aquele que vive segundo os mandamentos de Deus (cf. Mt 1,19). Maria, a Mãe de Jesus foi chamada pelo anjo de “cheia de graça” (cf. Lc 1,28).

18.07.2015-Como cristãos seguidores de Cristo, nós temos em Jesus nosso espelho para podermos nos ver melhor ou para comprovar se aprendemos ou não as principais lições de nosso Mestre Jesus. Temos que fazer chegar para as pessoas a mensagem de amor de Jesus. Mas não devemos impor, e sim propor, não gritar e sim anunciar motivando, respeitando a situação de cada pessoa.Por isso, como cristãos, nós devemos ser contrários a toda a forma de luta violenta, mas também devemos agir energicamente com todas as iniciativas e meios não violentos, para afirmar a justiça, o respeito pelos direitos humanos, pela fraternidade, pela dignidade de cada pessoa e pela caridade no mundo. Podemos combater o pecado sem eliminar o pecador, pois Deus odeia o pecado, mas não se cansa de perdoar quem se converte: “Porventura, tenho Eu prazer na morte do ímpio? Porventura, não alcançará ele a vida se ele se converter de seus maus caminhos?” (Ez 18,23). A missão de cada cristão, a exemplo do mestre Jesus, é pacifista, solidária e defensora da justiça e do direito. É “Não quebrar o caniço rachado, nem apagar o pavio que ainda fumega, até que faça triunfar o direito”.

17.07.15-Para Jesus a necessidade do homem (como fome) é razão suficiente para ignorar um preceito da Lei. Jesus, na sua interpretação sobre a observância do Sábado, destaca a importância máxima do ser humano. Toda a atividade de Jesus tem como centro o ser humano e sua salvação. Para Jesus o que conta é o homem. Em nome da importância máxima do homem Jesus cita o profeta Oseías: “Quero a misericórdia e não o sacrifício” (Os 6,6). Quem pratica a misericórdia, que ajuda os necessitados (cf. Mt 5,7) está acima do culto e tem a precedência sobre o preceito do descanso. O bem do homem e sua salvação está acima de qualquer lei por sagrada que ela pareça ser.  Com esta citação Jesus destaca a dignidade do homem diante de Deus. Em nome de um ser humano necessitado de libertação e de salvação Jesus é capaz de “transgredir” uma lei por mais sagrada que ela pareça ser, como o Sábado. Em nome do ser humano por amor, Deus Pai enviou Seu Filho unigênito a fim de salvar a humanidade (cf. Jo 3,16). Em nome do ser humano e sua salvação, Jesus aceita ser perseguido, crucificado e morto. O preço de nossa salvação é o sangue de Jesus derramado na Cruz. Ao olhar para a Cruz de Jesus sabemos logo o quanto Jesus nos amou. E o mesmo Jesus continua se oferecendo como alimento para todos os seus seguidores, pois Ele continua nos amando. Por isso, ao participar da Eucaristia sabemos o quanto Jesus nos ama, pois Ele nos alimenta com seu próprio Corpo para podermos fazer nossa caminhada rumo à comunhão plena com nosso Deus e para que sejamos vida (pão partido e repartido) para os outros. A Eucaristia é nosso “Viático”, isto é, nosso alimento para nossa viagem nesse mundo rumo ao encontro derradeiro com Deus.

16.07.2015--Todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”, disse Jesus. Os frutos da participação no Reino anunciado por Jesus são: a fraternidade, a maternidade, a comunhão de todos na mesma fé, na mesma esperança e no mesmo amor. Nossa Senhora soube educar bem seu filho a ponto de Jesus menino crescer na estatura, na sabedoria e na graça diante de Deus e diante dos homens (cf. Lc 2,52). Por isso, a Mãe do Senhor é uma grande educadora na qual todas as famílias devem se espelhar.Maria concebeu Jesus antes com a fé do que em seu seio virginal. Maria acreditou e logo foi mãe. Todos nós, cristãos, temos algo de filhos gerados no amor e algo de mães e irmãos gerados na fé que nos faz filhos no Filho de Deus, Jesus Cristo. Vivamos como Maria: creiamos em Cristo, vivamos com Ele e n’Ele, e assim contribuiremos a gerar filhos para Deus.

 

História

 

DADOS SOBRE AS  ORIGENS DA PARÓQUIA DE SÃO DOMINGOS SÁVIO

 

Localização

O território pertenceu  à  fazenda do Coronel Anastácio de Freitas Trancoso, membro do Governo Provisório, em 1823. Em 9  de maio de 1856, foi comprado pelo Brigadeiro Tobias de Aguiar que se casou com a Marquesa de Santos, falecida em 1867. Em 1917, foi comprada em parte pela Companhia Armour do Brasil.

Até o fim da década de 1940, a região do Parque São Domingos era usada como pastagem para o gado que deveria ser abatido no Frigorífico Armour, passando por baixo da vi Anhanguera, pelo “buraco do boi”, que hoje está prestes a ser eliminado.

Passou, depois,  para a Novo Mundo Investimentos Ltda que  se transformou na Comercial e Imobiliária Novo Mundo Ltda  (rua João Brícola, 39)

 

O terreno em que está construída da igreja de São Domingos Sávio foi doado pela Novo Mundo Investimentos Ltda, com a condição de que  logo se construísse  uma igreja. Havia, para isso, um prazo limite. Não podia ser uma capelinha. Tinha que ser uma igreja.

 

Em 3 de fevereiro de ‘1957 foi colocado um cruzeiro no terreno, quando os clérigos salesianos do Instituto Pio XI já faziam “oratório festivo” com a criançada da vizinhança.

O cruzeiro foi doado por Ermano Marchetti, político muito conhecido na região.

Foi construído um palanque coberto onde ficou o altar. Uma procissão saiu da igreja dos Remédios e chegou, a pé, até o Parque São Domingos para a missa e inauguração do cruzeiro. Na procissão vinham Filhas de Maria, Congregados Marianos, crianças da Cruzada Eucarística e muitos outros paroquianos dos Remédios. Chovia e ventava naquele dia. Dom Paulo Rolim Loureiro, bispo auxiliar, presidiu a cerimônia e encabeçou uma coleta com a importância de dez mil na moeda então circulante. Seguindo o exemplo do bispo, oura pessoa chamada Cid Valente, ofertou ainda mais cinco mil e todo o povo contribuiu dentro de suas possibilidades.

 

Como o prazo estipulado para a confirmação da doação do terreno esta quase se esgotando (faltavam só dois anos) foi formada uma comissão de moradores para a construção da igreja. Entre outras pessoas, compunham a comissão:  Luiz Piccoli, Galdino Alves, Osório Lima, João Carpi, Carlos Davi, o juiz de paz de Pirituba sr. Leônidas, Geraldo Ratis.

Sobressaíam ainda nos esforços pela construção Ana Rodel Alves, Penha Ratis, Paula Piccoli...

Faziam-se leilões de prendas doadas, nas casas onde os moradores se reuniam para rezar o terço. Com os leilões, era conseguido algum dinheiro para a compra de material de construção.

 

Conta-se que foi decidido pela comissão apenas o tamanho da igreja (atual salão paroquial) sem determinar onde seria a porta principal.  Mesmo assim, começaram as escavações para os alicerces da igreja. Com os alicerces em andamento, ficou garantida a posse do terreno.

 

 

   

 

 

Inicialmente, o pensamento era de a igreja ser dedicada aos Santos Anjos mas com a presença dos salesianos e a recente canonização de Domingos Sávio, a igreja passou a ser de São Domingos Sávio.

 

Já em 1959, uma primeira turma de crianças estava pronta para fazer a Primeira Comunhão ma como não havia boas  condições  no Parque, a festa foi feita na igreja da Lapa.

 

Levantadas as paredes e feito o telhado, veio a surpresa: em 21 de abril de 1960 foi criada a Paróquia de São Domingos Sávio.

 

Somente em 6 de outubro de 1961 houve a posse do primeiro párooco: Monsenhor Rafael Arcanjo Coelho que era da Arquidiocese de Mariana, MG, mas que estava em São Paulo desenvolvendo atividades relacionadas, inclusive, a atendimentos aos afro-descendentes.

 

Grande devoto do Sagrado Coração de Jesus, organizou o Apostolado da Oração e difundiu a devoção das “Nove Primeiras Sextas-Feiras”. Logo foi chamado de volta para sua diocese e a Paróquia ficou sem pároco por quase três anos.

 

 

Eram os Cônegos Lateranenses da Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios que geralmente atendiam os moradores do Parque, principalmente os padres Domingos, Guerino e José.

 

Em 26 de fevereiro de 1966, a paróquia foi entregue aos Religiosos de São Vicente de Paulo, congregação funda em Paris por Jean Leon  Le Prevost.  Assumiu, então a paróquia o padre Gabriel Fortier, vindo do Canadá como missionário.   Aqui ele permaneceu até ser chamado para ficar à frente da Região Episcopal Oeste 1, com sede na Lapa, por ocasião da enfermidade que acometeu Dom José Thurler, bispo auxiliar.

 

 

Padre Gabriel Fortier empenhou-se  em colocar em prática as decisões do Concílio Vaticano II.  Estava sempre presente em todas as reivindicações dos moradores do Parque.

Participava   das  reuniões onde se discutiam as maneiras mais rápidas para se conseguir linha de ônibus,   eletricidade para as casas e ruas,  recuperação das ruas que apenas tinham sido  abertas nas muitas movimentações de terra e que as águas das chuvas  as  tornavam  impraticáveis.

 

informações pesquizadas pelo Prof.Leôncio

 

Galeria de Vídeos
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AVISOS PAROQUIAIS

A CATEQUESE VOLTA DAS FÉRIAS!!!

No próximo sábado (01/08) retornam os encontros de catequese para crianças, de acordo com suas turmas e horários.

A CRISMA VOLTA DE FÉRIAS!!!

No próximo domingo (02/08) retornam os encontros da crisma.

1º horário das 8h00 às 9h50

2º horário das 10h00 às 11h50

Senhores dizimitas por gentileza retirem o formulário para recadastramento na mesa do dízimo e o seu calendário 2015.

0 projeto Beija-flor necessita de voluntários para acompanhar crianças com dificuldade escolar.

Venham participar da nossa Catequese de Adultos, todas as Quintas- Feiras ás 20h00.

Pedimos a gentileza de trazer sua nota fiscal paulista sem o CPF, para ajudar a Casa de Guadalupe.

O Reino de Deus é precisamente a máxima realização dos ideais humanos de fraternidade, de solidariedade, de comunhão, de igualdade e de justiça. E precisamente no comer comunitário ou na festa comunitária se vivem os sinais que mostram como possível ou realizável o Reino de Deus entre os seres humanos. Para isso, há que ter uma disponibilidade generosa e a aspiração de construir algo maior do que os pequenos negócios e trabalhos particulares ou individuais.

10 RAZÕES PARA TORNAR-SE UM DIZIMISTA:

1 - Sou dizimista porque reconheço os dons de Deus em minha vida. (II Cor 9,7)

2 - Porque manifesto minha gratidão a Deus por tudo! (I Cor 4,7)

3 - Porque procuro retribuir ao meu próximo. ( Lc 17,16)

4 - Porque creio no que Deus diz através da Escritura. (Ml 3,10; Lc 21,1-4)

5 - Porque sou filho de Deus, n‘Ele confio e espero. (Mt 6, 25-31)

6 - Porque deixo de ser egoista, à medida que partilho com os outros. (Lc 12, 16-21; Pd 4,8)

7 - Porque creio na vida comunitária fraterna,onde Deus está (Mt 18,20)

8 - Porque levo a sério a Palavra de Deus, que é Pai das misericórdias (Mt 25,40)

9 - Porque Jesus tranquiliza-me, dando-me a certeza de que é meu grande amigo (Jo 14,1-5; Mt 25,34)

10 - Porque desejo ver o evangelho pregado com eficácia, a Comunidade crescendo e Deus sendo glorificado! (Mt 28,19-20; Mc 16,15)

O espaço totalmente ocupado pelo bem, o mal não tem vez. Quem se mantiver assim até o fim, seu nome estará escrito no céu

 

O CRISTÃO DEVE ESFORÇAR-SE PARA SER MELHOR EM TUDO

Jesus anuncia alguns pontos fundamentais para o discípulo/seguidor realizar a missão:

Em primeiro lugar, o texto diz que Jesus envia os discípulos dois a dois (v. Esse modo de agir corresponde à praxe missionária da comunidade primitiva (cf. 1Cor 9,6;At 8,14;15,36-39 etc.). “Dois a dois” indica que a missão é um serviço comunitário e os cristãos devem ajudar-se mutuamente em suas atividades; não é um trabalho de promoção pessoal. O pregador da Boa Nova não pode agir isoladamente, mas em comunidade. No auxílio mútuo da comunidade eles encontrarão forças para superar melhor as dificuldades encontradas na evangelização. “Ir dois a dois” implica também a afirmação da igualdade e exclui a subordinação de um ao outro (cf. Dt 19,15). Isto quer dizer que os cristãos não devem praticar sozinhos a própria religião, não se relacionam somente pessoal e diretamente com Deus; eles são chamados a viver a própria fé em comunidade. Para formar uma comunidade é preciso contar pelo menos com dois. Segundo o AT o testemunho só é válido se apresentado por mais de uma pessoa (cf. Dt 17,6;19,15;Nm 35,30; nos Atos dos Apóstolos encontramos Pedro e João, Paulo e Barnabé). O testemunho da comunidade atrai mais as pessoas para fazer a mesma coisa para o bem da humanidade. Quem vive o Evangelho do Senhor deve estar em sintonia com os irmãos da sua comunidade.

Em segundo lugar, Jesus deu aos doze o poder messiânico de Cristo contra as forças do mal (v.7b), ou seja, a autoridade para libertar as pessoas de tudo aquilo que se aliena, oprime e despersonaliza. Eles são enviados com autoridade sobre os espíritos imundos, para dominá-los e não para dominar ninguém.  O “poder sobre os espíritos maus” indica que a missão de cada cristão é uma prática libertadora e não simplesmente teorias bonitas sobre a religião, sobre Deus que amarram as pessoas dentro de uma instituição, como aconteceu com os fariseus. O cristão tem o poder de tirar esse mal, pois o Senhor Jesus lho deu. São Paulo rogou três vezes ao Senhor que o afastasse de um mal dentro dele. Mas o Senhor lhe respondeu: “Basta-te a minha graça” (cf. 2Cor 12,8-9). Antes de o cristão libertar os outros, ele tem que se libertar do mal dentro dele. Por isso, em cada reflexão que fizermos, vamos descobrir qual o mal que está dentro de nós ou de nossa família ou da comunidade. Com o poder que recebemos do Senhor, conseguiremos tirá-lo do nosso meio. A primeira tarefa de cada cristão consiste em tirar o mal que está no meio das comunidades, no meio da própria família, ou dentro do próprio coração.

Em terceiro lugar, Jesus exige dos doze um modo de vida baseado na pobreza radical, um desprendimento absoluto dos bens materiais (vv.8-9), é uma pobreza voluntária, porque somente assim eles poderiam ser considerados como fidedignos. Jesus enfatiza mais o ser dos discípulos do que o ter. Infelizmente, com certa frequência, hoje é mais importante o “parecer ser” do que o próprio “ser”. Aquele que procura somente sua segurança própria e proveitos pessoais em sua missão perderá sua credibilidade diante do mundo e de Deus. O modo de agir de cada cristão quando se está em missão ou em qualquer lugar e tempo é viver desapegado. A riqueza, a confiança no dinheiro representam um perigo muito sério para qualquer um de nós. O dinheiro torna suspeito qualquer testemunho. Jesus não despreza os bens deste mundo, não apresenta a miséria como um ideal de vida, mas alerta para o perigo de nos deixarmos condicionar pela posse de bens materiais. A porta da morte é tão estreita que somente passa aquilo que é a bagagem  de amor na condivisão dos bens materiais com os irmãos e irmãs que não têm nada para sua sobrevivência.

   

Quando se fala da pobreza não se trata da pobreza imposta, a miséria desumana e desumanizante. Este tipo de pobreza é causada pela maldade, a injustiça e a corrupção etc., portanto, fruto de pecado. Mas trata-se da pobreza voluntária, fruto do amor, da liberdade, do reconhecimento da paternidade divina e da fraternidade universal. A pobreza que Deus quer é a condivisão, a comunhão com nossos irmãos e irmãs daquilo que recebemos de Deus. Por isso, a pobreza é, antes de tudo, um ato de renúncia. Viver na pobreza significa estar aberto para a surpresa. Aceitar a pobreza significa viver sem segurança, é um verdadeiro desprendimento, é uma espécie de morte. Aceitar a pobreza voluntária significa aceitar um futuro aberto e cheio de possibilidades desconhecidas. Mas a pobreza voluntária como um ato de renúncia deve nascer de uma ideia, deve ter uma motivação, a realização de uma finalidade: a procura de um bem superior ao bem que se deixa; para abrir-se a Deus, para viver mais intensamente a vida de comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs, e receber mais luz, mais força no caminho a percorrer. A pobreza voluntária deve ser um compromisso de fé no sentido de abertura ao serviço do Reino de Deus e amor ao próximo.

O desapego a tudo não implica somente a renúncia a uma carga pesada de bens materiais, mas também o abandono de preconceitos, de tradições, de ideias retrógradas, às quais muitas vezes estamos amarrados de uma forma emocional e irracional. Referimo-nos ao pesado ônus representado por certos usos, por certos costumes, por certas tradições religiosas embutidas em determinado ambiente histórico e cultural, que muitos, confundem ou equiparam com os valores do Evangelho.

Em quarto lugar, Jesus envia os doze para pregar a mudança de vida (conversão) para si e para os outros (v.12). Para Jesus, a conversão é somente condição para construir a sociedade nova ou Reino de Deus (Mc 1,15). Conversão é mudança radical em que aflições passadas são rejeitadas por um novo compromisso e uma nova identidade. Toda conversão envolve mudança. Opõe-se à manutenção do status quo. A conversão sempre envolve movimento de uma dimensão para outra. E isso envolve a pessoa toda, não apenas seu senso moral, sua capacidade intelectual ou sua vida espiritual. Corpo, mente e alma juntos são afetados pelo ato da conversão, e as consequências são sentidas em todos os aspectos da vida da pessoa, inclusive nos campos social e político.

Em quinto lugar, a outra instrução de Jesus prevê uma atitude de bom senso e formação de comunidade: “Quando vocês entrarem numa casa, fiquem aí até partirem” (v.10). Isto não indica plena estabilidade para os discípulos, mas um local onde, com a sua partida, a comunidade possa continuar a se reunir e dar prosseguimento à Boa Nova do reino. Os cristãos devem ensinar os outros a assumirem o compromisso, a andarem com as próprias pernas. Isto pressupõe a exclusão da dominação e da atitude de patriarcalismo. Por isso, a hospitalidade e a convivência fraterna se tornam ambiente propício para propagar uma ação evangelizadora/libertadora.


Os cristãos que continuam a prática libertadora de Jesus também são advertidos para não serem ingênuos e pensar que tudo ocorrerá em paz só porque são arautos de libertação e vida. Justamente por isso encontrarão oposições daqueles que não querem transformações na sociedade. A oposição expressa-se de duas maneiras (v.11): A falta de solidariedade (não vos receber) e o fechamento completo ao diálogo ou à comunicação humana (nem vos escutar). Levantam uma barreira que impede a aproximação entre as pessoas.

1.“O amor apaixonado de Deus pelo seu povo — pelo homem — é ao mesmo tempo um amor que perdoa. E é tão grande, que chega a virar Deus contra Si próprio, o seu amor contra a sua justiça. Nisto, o cristão vê já esboçar-se veladamente o mistério da Cruz: Deus ama tanto o homem que, tendo-Se feito Ele próprio homem, segue-o até à morte e, deste modo, reconcilia justiça e amor” (Papa Bento XVI: Carta Encíclica Deus Caritas Est no.10).

2. A natureza íntima da Igreja exprime-se num tríplice dever: anúncio da Palavra de Deus (kerygma-martyria), celebração dos Sacramentos (leiturgia), serviço da caridade (diakonia). São deveres que se reclamam mutuamente, não podendo um ser separado dos outros. Para a Igreja, a caridade não é uma espécie de atividade de assistência social que se poderia mesmo deixar a outros, mas pertence à sua natureza, é expressão irrenunciável da sua própria essência (idem no. 25ª).

P.Vitus Gustama,svd

FE..“Em verdade vos digo, se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: ‘Vai daqui para lá’ e ela irá. E nada vos será impossível”.

Diante da pergunta sobre o porquê da incapacidade dos discípulos em curar o menino, Jesus deu-lhes uma grande lição sobre a importância da fé: 

Com suas palavras, Jesus sublinha, sobretudo, a necessidade da fé para poder vencer o mal.

A fé é onipotente porque nos une ao Onipotente. A fé é o ponto de apoio em Deus. A fé nos dá um poder incrível, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, como podemos verificar na vida de tantos homens e mulheres ao longo da história da Igreja. A fé nos permite rezar de modo eficaz. Segundo Jesus, a verdadeira fé faz desaparecer qualquer impossibilidade, faz qualquer um caminhar na vida com serenidade e paz, com alegria profunda como uma criança nas mãos de sua mãe. A verdadeira fé liberta qualquer um do desapego de todas as coisas. Além disso, é importante para nossa vida comunitária ter em conta que a fé em Deus nos abre muitas possibilidades e qualidades que estão escondidas e adormecidas. Ao assumir pessoalmente a fé, começaremos a ser conscientes de nossas grandes reservas humanas, as quais devem ser postas para o serviço aos demais.

A PONTE ENTRE DEUS E OS NOMES

Se os homens criam muros e abismos de separação entre si, Jesus cria pontes entre os homens e Deus para que os homens tenham um livre acesso para chegar até Deus, para a vida eterna. Sejamos construtores de pontes e não de muros e de abismos de isolamento. O homem existe para o outro homem. No âmago de nossa natureza, como homens, está a ânsia de integração. Há no coração do homem uma faceta infantil e inocente que sempre fica profundamente magoada quando somos excluídos de um relacionamento ou de uma convivência. Ninguém foi criado para o isolamento. Quando ficamos isolados, estamos propensos a ser prejudicados. Sempre que há distância, há anseio. Se a distância suscita o anseio, a proximidade cria a integração. Podemos possuir tudo que o mundo tem a oferecer em termos de status, de realização profissional, de bens materiais, de cargos sociais importantes e assim por diante, no entanto, sem nos sentirmos integrados, tudo isso parece vazio e inútil.

 

Para Refletir:

“Onde é que Te encontrei para poder conhecer-Te (Senhor)? Não estavas na minha memória antes de eu Te conhecer. Onde, então, Te encontrei, para conhecer-Te, senão em Ti mesmo, acima de mim?

Eis que habitavas dentro de mim e eu Te procurava do lado de fora! Tu me chamaste, e Teu grito rompeu a minha surdez. Fulguraste e brilhaste e Tua luz afugentou a minha cegueira. Espargiste tua fragrância e, respirando-a, suspirei por Ti. Eu Te saboreei, e agora tenho fome e sede de Ti. Tu me tocaste, e agora estou ardendo no desejo de Tua paz”.

Fizeste-nos para Ti, e inquieto está o nosso coração, enquanto não repousa em Ti. Dá-me, Senhor, saber e compreender qual seja o primeiro: invocar-Te ou louvar-Te... Quem O procura O encontra, e, tendo-O encontrado, O louvará.  (Santo Agostinho. Confissões, X,26-27; I,1).

Choramos por causa de alegria profunda como choramos por causa de uma tristeza profunda. O choro é a única linguagem capaz de expressar tudo que sentimos profundamente em lagrimas que nenhuma outra língua capaz de expressar.

O que nos frustra e tira nossa alegria de viver é a ausência do significado de nossa vida. Nossa alma não está sedenta de poder, de fama, de popularidade, de conforto, de propriedades e assim por diante. Nossa alma tem fome do significado da vida, ou de aprendermos a viver de tal modo que nossa existência ou nossa passagem neste mundo tenha importância ou significado capaz de modificar ou de melhorar o mundo, pelo menos, ao nosso redor.


E Deus nos chama pelo nome: “Eu te chamo pelo nome, és meu”, disse Deus para cada um de nós (Is 43,1). “Eis que estás gravada na palma de minhas mãos, tenho sempre sob os olhos tuas muralhas”, acrescentou Deus (Is 49,16). 


 

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